Se já assistiu, mas quer ver mais uma vez ou ainda não teve a chance de saber como ficou a adaptação do livro Divergente nas telonas, esta é sua chance.
O Garotas de Papel e a Paris Filmes leva você e mais um acompanhante para assisti ao filme que já levou mais de 500 mil pessoas aos cinemas.
Serão cinco sorteados e cada um leva um par de ingressos.
Para concorrer você deve compartilha (publicamente) a imagem do sorteio e curtir a fan page do Garotas de Papel e da Paris Filmes.
E clicar em Quero participar no seguinte link http:\\sorteiefb.com.br/tab/promocao/336758
O sorteado tem três dias para responder o contato do Garotas de Papel com seus dados.
O sorteio é valido até dia 04/05 (Domingo).
Mostrando postagens com marcador Trilogia Divergente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trilogia Divergente. Mostrar todas as postagens
29 abril 2014
21 abril 2014
[Pipocando] Divergente
Depois de jogarem água no meu brinquedo
e eu não ter ido à estreia, finalmente assisti Divergente.
A expectativa era grande, muito grande.
Depois de meses e meses esperando, a sensação ao começar
os créditos iniciais é de completo "MEU DEUS, estou assistindo
ao que eu li". Órfã da saga Crepúsculo, estava em completo êxtase
e sentido toda aquela ansiedade de novo e foi muito gosto.
Apesar da muita
divulgação, principalmente nos EUA, Divergente começou sua jornada nas
telonas da mesma forma que outras sagas em seu primeiro filme, optando pela
simplicidade, de uma forma que agradasse quem leu o livro e
que atraísse novos fãs.
Dirigido por Neil Burger,
cujo outros filmes sempre esperava gostar, mas não me agradam muito
como O Ilusionista (2006) e Sem Limites (2011), fiquei meio receosa.
Mas entre cenas novas e cortes eis que Divergente é o primeiro filme dele que
digo que realmente gostei e desejei ver novamente no mesmo dia.
As mudanças no roteiro
foram positivas, algumas achei drásticas até mesmo cortes de
alguns personagens o que me levou a pensar em como serão inserido no filme
seguinte. Não quero usar o discurso que leve a dizerem "Mas
nunca é igual ao filme, Thiana". Para quem já viu
muita adaptação sei bem disso, porém a curiosidade de imaginar o que
será feito é que desperta tal reflexão por tiram fulano e ela não faz isso nesta parte.
Shailene Woodley (Tris Prior) encarnou a personagem e transmitiu muito bem
a transformação de membro da Abnegação em uma da Audácia.
Os conflitos que a personagem passa também foram bem trabalhados e só
criaram mais expectativas para o que ainda há de vir. Podem chamar de exagero,
mas ela deu um show, transmitiu exatamente o que imaginava ao ler.
Já Theo James (Quatro),
foi uma das contratações mais questionada no filme pelo fato de ser bem
diferente do que é narrado no livro e mesmo não aparentando, bem mais velho, 29
anos e muito bom de se olhar. Tendo lido o livro, vi que o mais importante foi
mantido no personagem, a personalidade e atitudes, e essas foram as características que
me cativaram na leitura. James ser bonito foi um belo bônus.
Outra colocação importante é que mesmo
tendo nomes de peso como Ashley Judd e Kate Winslet,
as veteranas tiveram seu espaço, mas em momento algum roubam a cena. É visível que
o mais importante é o que está lá no original e não ter ator bambambã que
apaga o brilho de quem está chegando e tem bem maior relevância no enredo.
Cenários e figurinos foram bem
trabalhados e com a sequência só tende a melhorar. O roteiro não exagerou na
ação, focou na iniciação na nova facção, teve seu clímax, que será o foco do
próximo filme, e para quem não leu os livros começaram a entender melhor toda a
tensão que foi criada em Divergente. Como já sei de tudo o que vem por ai, não
me incomodou e não teve nada que me deixasse curiosa no quesito o que será
revelado. Mas para quem não leu pode ficar aquele ar de curiosidade sim. Cena
no muro que o diga, o que tem lá fora?
Cenas das simulações merecem destaque, bem feitas e sem comparações com que meu cérebro era capaz de imaginar.
A trilha sonora se encaixou
perfeitamente, tanto a instrumental que deu toda uma excitação às cenas de ação,
quanto às músicas vocais. Ao ouvir a trilha sem ver o filme fica meio estranho,
mas depois de tudo encaixadinho faz sentido.
Um ótimo trabalho com o roteiro, a
direção agradou, mesmo achando que a visão de Burger é um pouco monótona, só que ele soube muito
bem imaginar o que séria agradável ao público que já conhece a saga.
A participação da autora, Veronica Roth, na produção também é um
fator positivo para que o caminho não se perca, até em uma cena ela participa.
A única coisa que senti fala foi que na minha sessão só tinha gente que
não conhece os livros, com vergonha ou até mesmo dá melhor idade, então não
tinha ninguém para gritar comigo, chamar o Quatro de gostoso. =/
17 abril 2014
Para Ouvir: Divergent (Original Motion Picture Soundtrack)
Hoje já está em todos os cinemas do Brasil o filme Divergente. A angustiante espera de ver tudo o que lemos nos livros nas telonas acabou, agora é a maratona assisti várias vezes e depois esperar o DVD para assistir mais ainda.
No Para Ouvir passado eu falei um pouco sobre a trilha score (instrumental) do filme que ficou muito boa, clique aqui para ler. Agora chegou a vez da soundtrack.
Esse CD foi tudo aquilo que eu não esperava. Basicamente achei que ia ter uma pegada bem indie, numa linha bem parecida com as trilhas de Crepúsculo e Jogos Vorazes, mas para ilustrar musicalmente o mundo ditopico criado por Veronica Roth, foi feito uma escolha bem mais moderna.
Em quanto Junkie XL e Hans Zimmer foram responsáveis pelo que ouvimos no score, na soundtrack o cara da vez é Randall Poster, que escolheu e supervisionou todo o trabalho feito na soundtrack.
As trilhas sonoras me servem de boas descobertas para cantores e bandas que até então não conhecia como foi o caso aqui de Zedd, Pia Mia e A$AP Rocky, esse último por sinal tem a música mais viciante do álbum.
Ellie Goulding, que teve presença marcada no score, não podia faltar cantando de verdade. No CD convencional tem conta com três música, entre elas, Beating Heart escrita especialmente para o filme, e na deluxe mais uma.
Find You do DJ Zedd com participação de Matthew Koma e Miriam Bryant, virou single e ganhou clipe, assim como Beating Heart.
Confira os clips:
Find You - Zedd feat. Matthew Koma e Miriam Bryant
Ellie Goulding - Beating Heart
03 abril 2014
Para Ouvir: Divergent (Original Motion Picture Score)
Olha
só quem está de volta! É isso mesmo a coluna Para Ouvir,
ressurgindo as cinzas. Adoro música, mas tem que ter 'aquela coisa' para
me animar a escrever um breve comentário. E foi isso que aconteceu ao ouvir o
Score do filme Divergente, que é baseado no livro homônimo escrito pela
americana Veronica Roth.
Score, nada mais é do que a trilha sonora instrumental do filme. Vai
dizer que nunca assistiu a um longa e ficou curioso com aquela melodia que toca
nas em alguma cena?
O mais interessante é que antes mesmo de assistir ao filme, que no
Brasil só estreia de 17 de abril, a trilha instrumental já me chamou a atenção.
O score foi composto pelo músico e DJ holandês, Junkie XL,
responsável pela trilha sonora de jogos como Need For Speed: Pro Street e God
Of War 2 , com a supervisão do compositor que considero o mestre das trilhas
sonoras, estou falando de Hans Zimmer, que em 1995 ganhou o Oscar pela trilha da
animação O Rei Leão e do Globo de Ouro pela do filme Gladiador.
Os dois compositores já trabalharam juntos, como nas scores de O
Homem de Aço e Batman - O Cavalheiro das Trevas Ressurge. Os estilos são
relativamente parecidos, mas como já conheço o trabalho de Hans Zimmer foi
muito fácil seu toque.
De Junkie XL sentimos uma levíssima batida eletrônica, já de
Zimmer, temos o uso de instrumentos de metais, coro e a orquestra.
Outro ponto que devemos considera e bastante é a cantora britânica
Ellie Goulding, que tem quatro músicas na soundtrack, a trilha com estamos
acostumados a ouvir. A voz da cantora foi usada em quatro faixas do score, ela
não canta, mais ou menos, cantarola em compasso com a melodia e ficou com uma
ótima sonoridade.
Com 21 canções Divergent (Original Motion Picture Score) permiti
que o ouvinte goste dela antes mesmo de imaginar em que cenas suas faixas se
encaixam, para quem leu o livro dá até para fazer um filminho na cabeça e
imagina a música tocando.
Deixo os destaque para as quatro faixas com participação da Ellie
Goulding (Tris,Choosing Dauntless, Capture The Flag e Sacrifice) e outras como
Faction Before Blood, Dauntless Attack e A Friend.
P.S. Os nomes das músicas tem tudo a ver com o filme.
12 março 2014
Lendo e Resenhando: Convergente - Veronica Roth
Título: Convergente
Título Original: Allegiant
Autor: Veronica
Roth
Páginas: 526
Editora:
Rocco
ISBN: 9788579801860
Ano:
2014
Atenção: Essa
resenha pode conter spoiler caso não tenha lido
Divergente e Insurgente.
A
sociedade dividida por facções não existe mais, o mundo onde Tris cresceu em
pouco tem tornou-se um lugar selvagem onde todos lutam por sua sobrevivência,
sendo apoiando a nova ordem ou lutando contra ela.
Mas
se as coisas já pareciam complicadas, descobrir o mundo do outro lado da cerca
trouxe uma nova descoberta e mais duvidas sobre a verdadeira natureza humana e
do que é real ou não.
Depois
de dois livros narrados por Tris, Veronica Roth nos dá a oportunidade de vermos
esse mundo distópico também pela ótica de Tobias, com capítulos intercalados
entre os protagonistas.
Foi
muita a ansiedade por esse desfecho e apesar de ama a trilogia Divergente, em
parte não foi tudo o que eu esperava, Insurgente trouxe muita ação e estava
esperando o mesmo em Convergente, afinal depois que você ler as últimas
palavras do livro anterior subentende-se que tudo estará mais louco no livro
seguinte. Porém o livro começa com um clima de apático, no sentido de que todos
entraram em certo conformismo perante a ordem, por sinal bem arquitetada, de
Evelyn.
No
primeiro livro fiz questionamentos sobre o mundo que existe fora dos muros da
cidade, que apesar de na sinopse de Divergente sabermos que é Chicago, só
entendi porque os personagens nunca se referem a ela pelo nome em Convergente.
O
fluxo de novas informações é muito grande, antes queria entender as motivações
da Erudição por deseja dizimar os Divergentes, mas aqui estamos condicionadas a
uma nova realidade, que se mostra bem mais complexa do que a anterior. E foi
nesse ponto cheio de informações que Convergente não me agradou tanto, despois
de ter terminado uma leitura densa esperava encontra nesse livro mais ação, o
famoso atire primeiro pergunte depois. Também foi aterrorizante ver que já
faltavam mais ou menos umas duzentas paginas e nada de mais interessante
acontecia.
Os
capítulos intercalados foram ótimos para conhecermos um pouco mais de Tobias, e
para minha desagradável surpresa meu encanto pelo personagem diminuiu um pouco,
só um pouquinho.
Convergente
não foi nada do que eu esperava alguns pontos, gostei outro não, mas em um modo
geral gostei do que Veronica Roth decidiu e acho que só o tempo e relendo mais umas
vezes a trilogia conseguirei absorber melhor o desfecho.
O
livro mais difícil, até o momento, que tiver que avaliar entre as cinco
estrelas. Dá três estrelas, o que seria um bom,
estaria de bom tamanho para o sentimento que tive ao termino. Porém refletindo
melhor um muito bom significaria que
o fim foi tudo o que não esperava e foi o que me surpreendeu e demostrou que
Roth se absteve de qualquer influência e fechou uma distopia como ela deve ser.
Avaliação:
Trilogia Divergente:
2 – Insurgente
3 – Convergente
26 fevereiro 2014
Lendo e Resenhando: Insurgente - Veronica Roth
Título Original:
Insurgent
Autor: Veronica
Roth
Páginas: 512
Editora:
Rocco
ISBN: 9788579801556
Ano: 2013
Segundo
volume da trilogia Divergente, Insurgente começa de onde paramos. Tris, Quatro,
Marcus e Caleb chegam a sede da Amizade. Apesar de bem recebidos não é da
intenção dessa facção entrar no meio do conflito que Jeanine, líder da
Erudição, iniciou. Uma
nova força está se erguendo no meio desse fogo cruzado e os Divergentes sendo
revelando entre os menos improváveis.
Gostei
bem mais desse livro, cheio de ação, dramas e o romance entre Quatro e Tris
deslancha de vez, já que em Divergente quando engrenou a confusão geral
começou. Apesar de amar esse casal, eles tiveram altos e baixos, algumas
atitudes não a agradaram, algumas foram até entendíveis, mas outras, ainda não
consigo entender.
Tris
está completamente abalada pelos fatos que finalizaram Divergente, a morte dos
pais e principalmente ter o sangue de Will nas mãos, a deixaram sempre
precisando de suporte, apesar de que sua personalidade não queira admitir isso.
Um
novo e improvável personagem surge nesse livro e tem grande peso para o
desfecho desse volume. Desfecho esse que me deixou olhando para a última frase
em choque e pensando no dia em que Convergente for lançado vou está na porta da
livraria esperando abrir, o que já não aconteceu, a Rocco foi muito boa e antecipou o lançamento do último livro e olhei em uma livraria de Salvador e não chegou ainda.
E
me lembrou também de alguns questionamentos de quando li Divergente e mesmo
assim não consigo imaginar o que possa vir em complemento as respostas para
ele.
O
quebra cabeça começou a ser montado e apesar de já ter recebido um spoiler do
desfecho ainda tem muita coisa que preciso saber e entender.
Avaliação:
Trilogia Divergente:
1 – Divergente
2 – Insurgente
3 – Convergente
21 janeiro 2014
Lendo e Resenhando: Divergente - Veronica Roth
Título Original:
Divergent
Autor: Veronica
Roth
Páginas: 502
Editora:
Rocco
ISBN: 9788579801310
Ano: 2012
Ambientado em um Chicago futurista, a
sociedade é dividia em cinco facções – Audácia, Abnegação, Erudição, Franqueza
e Amizade – e também existem o sem facções, que é a mesma coisa de não existi.
Aos 16 anos todos os jovens eles passam por
um teste de aptidão, esse teste indicara qual é melhor facção para o jovem,
mesmo que seja uma diferente da qual onde nasceu.
Uma dessas jovens é Beatrice Prior, nascida
na Abnegação, ela sempre gostou dela, mas às vezes achava que algumas atitudes
de sua facção não eram necessárias, considerava um tipo de comportamento que
não desejava ter. Esse era o primeiro indicio de que algo estava errado.
Em seu teste de aptidão Beatrice descobre que
é uma Divergente, nenhuma simulação as quais foi submetida deram resultados
conclusivos, sobre sua inclinação a uma facção.
Beatrice então vira Tris e escolhe fazer
parte de uma facção que não condiz nada com seu jeito de ser, a Audácia. Uma
iniciação altamente cansativa física e psicologicamente, além de ter que lhe
dar com pessoas que não estão muito interessados em ser bonzinhos com ela.
Demorei muito a ler esse livro, confesso que
não estava na minha lista de prioridades, mas com todo o burburinho que começou
a surgir devido ao filme que será lançado em 2014, fiquei curiosa e não quis cometer
o mesmo erro que fiz com Jogos Vorazes.
Divergente me conquistou, não foi logo de
inicio, mas conforme a leitura foi transcorrendo e fomos conhecendo mais a
personagens, e até mesmo os outros personagens, fui sento cativada.
Algumas coisas realmente ficaram sem nexo. Como
a sinopse informa, o livro se passa em uma Chicago futurista, mas e o resto do
mundo como vivi? Já que nessa cidade em especial a sociedade segue a divisão
das facções. Espero ter minha resposta.
Tris é uma personagem que apesar de ser
definida com a típica garota que sempre vai precisar de ajuda, se supera e
mostra que a real não é essa e que mesmo entre dor e lágrimas pode existir uma
pessoa forte.
Veronica deu espaço para o amor também, amor
de família, irmãos e por Quatro, um dos instrutores da Audácia e que me arranca
suspiros até hoje. E o que dizer das amizades que Tris faz, melhor nem começar
a falar, por que estou tensa e necessitando de Insurgente já!
Avaliação:
Trilogia Divergente:
1 – Divergente
3 – Convergente (Lançamento em 10 de março de 2014)
Assinar:
Postagens (Atom)












